O Palácio de Vidro e o Amor Perdido
A mão da menina era uma âncora quente. Beatriz, quatro anos, cachos desalinhados e uma inocência brutal. Segurava-a sem pedir licença. Ricardo, o homem da casa de vidro, o CEO que movia o mercado, ficava tenso com aquele contacto. Era um punhal de suavidade contra a sua armadura de fato e gravata. “Não me tens … Read more