A Herança que Nunca Imaginei HerdarAgora, eu a enfrento, não com raiva, mas com a prova irrefutável em minhas mãos e a menina, minha sobrinha, segurando a minha outra mão.
CAPÍTULO UM: A MENINA QUE NÃO PERTENCIA AO CEMITÉRIO O vento no Porto durante o fim do outono não se anuncia com educação, chega como uma acusação, cortante e implacável, enrolando-se entre os prédios antigos de tijolo e os cemitérios históricos com um amargor que parece pessoal. E enquanto eu estava na beira do Cemitério … Read more